sexta-feira, 30 de janeiro de 2026
quinta-feira, 29 de janeiro de 2026
Rafael - O segundo Pai de D. Pedro II
LOWTONS - Saiba mais
SvCvUvOvLv
SUPREMO CONSELHO UNIVERSAL
DA ORDEM DOS LOWTONS
A denominação Lowton tem uma origem
muito antiga e significa "jovem lobo", designação esta que se dava ao
filho de um iniciado, que respondia por "chacal" ou "lobo",
já que a máscara que um iniciado usava, mesmo em público, tinha a forma
simbólica deste animal.
Dá-se o nome de Lowton ao filho do
Maçom, com idade entre sete e quatorze anos, adotado por uma Loja Maçônica, a
qual contrai para com ele a obrigação de servir-lhe de tutor e guia na vida
social, de acordo com um ritual especial denominado "Adoção de Lowtons".
Em razão desse venerável empenho, as Lojas não devem conceder esta adoção senão
com prudência.
A IMPORTÂNCIA DA ADOÇÃO DE LOWTONS
Instituição essencialmente maçônica, a
adoção de lowtons, embora não se possa precisar, exatamente, o seu início, é
muito antiga. Tem, pelo menos, mais de 250 anos, o que se pode aquilatar por
homens de destaque na História mundial, os quais foram adotados, como é o caso,
por exemplo, de George Washington, líder da independência norte-americana, que,
nascido em 1732, foi lowton, tendo, por isso, sido iniciado aos 20 anos de
idade, a 4 de novembro de 1752, na Loja Fredericksburg Nº 4, da nascente
Maçonaria norte-americana, iniciada em 1730, em Massachussetts.
Essa prática consiste em colocar o
filho do maçom, ainda na infância, sob a proteção e a orientação de uma Loja,
que assume o compromisso de ampara-lo e prepará-lo para a vida adulta, dentro
dos princípios morais, éticos e libertários da Maçonaria encaminhando-o logo
após a adoção a uma oficina de Lowtons, porém, jovens que não tem pais maçons
podem ser introduzido na Ordem dos Lowtons através de um convite feito por
outro Lowton e desde que aceito por todos.
O que é bonito na teoria, porém, é
desmentido pela prática, pelo menos em nosso meio, pois a adoção de lowtons tem
sido criminosamente abandonada pelas Lojas, por comodismo ou por
desconhecimento, ou, ainda, pelo atrativo de outras instituições mais exóticas,
mais mundanas e, acima de tudo, mais “marqueteiras”, para usar um neologismo
muito atual, derivado de “marketing”, significando o que permite mais promoção
e espaço na mídia.
Para piorar o quadro, as poucas Lojas
que, nos últimos anos, ainda têm promovido a adoção, têm, depois de uma
belíssima cerimônia, deixado os lowtons largados à própria sorte,
marginalizados e relegados ao limbo das coisas inúteis. Esqueceram-se, talvez,
as Lojas – com raras exceções, que confirmam a regra – que dar assistência
cultural, moral e espiritual ao lowton, é preparar o maçom completo do futuro.
Diante desse vácuo, vigente há mais de
30 anos e que acabaria tendo que ser ocupado, assistiu-se à importação da Ordem
de Molay, entidade para maçônica norte-americana, fundada em março de 1919, em
Kansas City, pelo maçom Frank Sherman Land.
Ela foi introduzida, no Brasil, em
1980, com a criação do “Capítulo Rio de Janeiro”, sob a liderança do Ir.·.
Alberto Mansur, Grande Mestre do Supremo Conselho da Ordem de Molay.
Graças à origem maçônica de seu
introdutor, criou-se o conceito de que a Ordem de Molay é ligada às Grandes
Lojas estaduais brasileiras, o que é absolutamente falso, já que uma entidade
para maçônica não tem vínculo com Obediências e, além de tudo, quem mais tem
prestigiado e aproveitado a Ordem, têm sido os Grandes Orientes independentes,
surgidos da dissidência ocorrida no Grande Oriente do Brasil, em 1973.
Fruto dessa falsa ideia, ou não,
ocorreu, em 1983, a aprovação, pela Soberana Assembleia Federal Legislativa do
Grande Oriente do Brasil, por proposta do Ir.·. Adison do Amaral, da Lei Nº
002, sancionada pelo Ir.·. Mathatias Bussinger, Grão-Mestre Adjunto, no
exercício do Grão-Mestrado Geral, a qual criava a Ação Para-maçônica Juvenil -
APJ, cuja intenção é promover a educação integral e integrada de crianças e
adolescentes de ambos os sexos, auxiliando na sua formação física e
intelectual.
Nenhum maçom, em sã consciência, pode
ser contrário a essas entidades, pois as finalidades de ambas representam tudo
aquilo que está consubstanciado na doutrina maçônica.
Mas, e os Lowtons? Como fica a adoção
de lowtons? Nesse ponto, as instituições citadas têm sido deletérias,
aparentemente, porque estão dando atenção a outros seguimentos do mesmo gênero,
mas bem mais recentes, em detrimento de uma tradição tricentenária, que nunca
perde a atualidade e a importância. E que é muito mais maçônica!
Graças a um jovem e abnegado Maçom,
Ir.·. Weber Varrasquim, a Adoção de Lowtons retomou vigor a partir do ano de
2002 com a criação e fundação do Supremo Conselho Universal da Ordem dos
Lowtons, inclusive sendo criado 4 graus de acordo com a faixa etária dos jovens
adotados, e a partir de então vemos nesta iniciativa o resgate da mais
legítima, antiga e conhecida instituição para maçônica do mundo.
Autor:
Ir.·. José Castellani, junho de 2003
quarta-feira, 28 de janeiro de 2026
PODEMOS SER CRISTÃOS E MAÇONS?
Há algumas razões pelas quais queria abordar este tópico, principalmente devido ao número de comentários e questões que recebo sobre este assunto.
Na maioria das vezes não são
perguntas; dizem-me “não se pode ser cristão e Maçom”.
Isto não é verdade. Eu sou cristão e
Maçom.
E também tenho as coisas na minha
vida alinhada na ordem correta.
Deus primeiro, depois a família, depois o meu trabalho e a
Maçonaria ocupando a retaguarda.
Eu sou cristão há mais de trinta
anos. Sou um leitor regular da Bíblia e frequento a igreja. Nada é mais
importante para mim do que meu relacionamento com Deus.
Eu trabalhei duro na minha vida para
aplicar os valores que eu encontro na Bíblia para a minha vida, e como todos os
cristãos, falho.
No entanto, eu nunca encontrei nada
na Maçonaria que entre em conflito seja de que forma for com o que eu leio na
Bíblia.
E eu nunca estive envolvido com uma
igreja que tivesse uma proibição contra a Maçonaria – na verdade, um dos diáconos
de uma igreja a que eu pertenci por mais de uma década era um Grau 33º (muito
antes de eu saber exatamente o que isso significava).
Algumas denominações e algumas
igrejas individuais, no entanto, proíbem os seus membros de se juntarem à
Fraternidade, por uma variedade de razões.
Eu não vou entrar por todas essas
razões, mas a queixa mais comum que ouço na minha área é o fato de que a nossa
Fraternidade está aberta a todos os homens que acreditam na existência de Deus
– por isso é aberta a todas as principais religiões.
Algumas denominações cristãs e
igrejas têm um problema com isto.
É direito deles, e eu posso até respeitar a sua posição. Esta
posição de admitir membros de todas as crenças religiosas não é nova para a
Maçonaria.
De fato, a Maçonaria tem desempenhado
um papel muito importante na história da nossa nação sobre este mesmo tópico de
tolerância religiosa e liberdade religiosa na América.
Na América, nós temos liberdade de
religião.
Está na nossa Constituição – está lá por causa dos
maçons.
Este conceito de liberdade de religião veio das Lojas
Maçônicas.
De fato, há alguns conceitos, para
além da liberdade religiosa que foram emprestados da Maçonaria pelos nossos
Pais Fundadores quando eles elaboraram a Constituição dos Estados Unidos.
A Maçonaria ontem e hoje respeita
TODAS as religiões e TODOS os americanos têm o direito de adorar como
desejarem.
E é por causa destes direitos
assegurados em parte pelas tradições da Maçonaria, que estas igrejas têm hoje
todo o direito de proibir os seus membros de se juntarem às nossas Lojas se
acharem que isso está em conflito com as suas crenças religiosas.
Creio que você gostará disto, afinal
foi ideia nossa!
Assim sendo, eu não vou discutir se
as denominações ou igrejas têm o direito de criar regras como estas – elas
claramente podem; nem vou discutir se estas proibições são certas ou erradas.
Se essas são as suas crenças, então
precisamos de as respeitar.
O que nunca devemos fazer como maçons
é discutir crenças religiosas nas nossas lojas, ou julgar essas políticas ou
essas crenças – eu vejo muito isso na comunicação social.
Questionar as visões religiosas de
alguém ou as políticas da sua igreja é o caminho mais seguro para começar uma
briga – é algo profundamente pessoal.
Uma das formas mais fáceis de dividir
a sua Loja e alienar um Irmão de outro é discutir religião entre vocês – a
segunda, é discutir política.
Nós todos sabemos que não devemos
discutir religião ou política em Loja e as razões pelas quais não o devemos
fazer.
Outra razão pela qual eu quis tocar
neste assunto é por causa de algumas das coisas desagradáveis que eu li
recentemente na comunicação social, dirigidas a igrejas e denominações que
mantêm uma proibição de que os seus membros se possam juntar a uma Loja Maçônica.
Como membro da Fraternidade que
ajudou a fundar o conceito de liberdade religiosa na América, devemos praticar
o que andamos a pregar há tanto tempo.
Nem todas as igrejas têm atitudes negativas
perante a Maçonaria – longe disso! Muitos respeitam a organização e muitos até
se juntam aos maçons para angariar fundos para apoiar causas locais.
Recentemente, juntei-me a uma igreja
que eu frequentava há algum tempo, e antes de entrar, uma das coisas que eu
perguntei ao pastor daquela igreja era como esta igreja se sentia sobre a
Maçonaria.
Esta igreja respeita o bom trabalho
que a nossa Fraternidade faz, e há alguns maçons que frequentam a minha igreja
– notei placas maçônicas no estacionamento na primeira manhã em que participei,
então eu tinha quase a certeza de como ele iria responder, quando lhe fizesse a
pergunta.
Eu sou um crente. Eu sou também Maçom.
Na minha experiência, não vejo
conflito entre os dois; na verdade, acho que se complementam.
Muitos dos princípios e costumes
ensinados na Bíblia são espelhados pelos ensinamentos da Fraternidade também.
Conceitos que buscamos como Maçons
Livres como verdade, amor fraternal, caridade, tolerância, etc., são os mesmos
conceitos que os Pastores das igrejas cristãs pregam em todos os domingos.
A Fraternidade dá-me oportunidades
para aplicar estes princípios. Dá-me instruções sobre como incorporar estes
conceitos na minha vida a cada dia.
Isto encoraja-me, tal como a minha
igreja, a continuar a trabalhar para me melhorar a mim mesmo e ao meu caráter
moral.
Eu não vejo qualquer conflito. . .
para mim. Mas voltando à minha pergunta original.
Pode-se ser um Maçom e um cristão?
Eu claramente posso e sou!
Mas se você pode ser um Maçom e um
cristão é entre você, Deus e sua igreja. Contudo, qualquer maçom lhe dirá que
nunca deve colocar a Loja antes do seu relacionamento com Deus.
E se isto significar que você não
entre numa Loja Maçônica por causa de uma proibição contra a adesão, então você
deve respeitar isso.
Eu só posso responder a esta pergunta
relativamente a mim mesmo; você deverá fazer o mesmo por si.
Pastor Todd E. Creason M.·.M.·.
O pastor Todd foi
ordenado pela Igreja Batista Americana em 2024 e atua como pastor sênior da
Igreja Batista de Muncie.
Grau 33° – Midnight Freemasons Founder,
Autor premiado de vários livros e romances, incluindo a série
Famous American Freemasons.
Ele é o autor do blog From Labour To Refreshment.
Entre outras atividades maçônicas, foi Venerável das
Lojas Homer nº 199 e Ogden nº 754 (IL), onde atualmente serve como secretário.
É também Past Sovereign Master da Eastern Illinois Council nº
356 Allied Masonic Degrees.
terça-feira, 27 de janeiro de 2026
AS INCRÍVEIS FÉRIAS MAÇONICAS
“Férias maçônicas” é uma invenção brasileira, deste século e que vem sendo cada vez mais “esticada”, para satisfação daqueles que creem que trabalho maçônico é estafante.
Vou dar 2 exemplos: No Grande Oriente do Brasil temos, o alentado período de 30 dias – 20 de dezembro a 20 de janeiro – e, na Grande Loja, o período de 20 de Dezembro a 6 de Janeiro -, para que os “cansados” Maçons repousem do seu pesado trabalho simbólico de operário.
* Na Loja “Amizade”, de São
Paulo, dois padres (padres, vejam bem!), Manoel Joaquim Gonçalves de Andrade e
José Joaquim dos Quadros Leite, foram Iniciados a 25 de Dezembro de 1832; e, no
dia 30 de Dezembro, foi Iniciado o padre José Joaquim Rodrigues.
* E o Templo da Loja, à rua
Tabatinguera, foi inaugurado num dia 3 de Janeiro de 1873.
* A 8 de Janeiro de 1890, era
aprovado, em sessão económica, um voto de congratulações, pela escolha do
marechal Deodoro da Fonseca para o Grão-Mestrado do Grande Oriente do Brasil.
* A Loja “Fé e Perseverança”, de
Jaboticabal, promoveram a sua Sessão de Regularização, a 5 de Janeiro de 1890.
* A Loja “Monte Líbano”, de São
Paulo, realizava uma Sessão Magna para Iniciação de Júlio dos Santos Martins,
português, agente comercial, a 31 de Dezembro de 1914.
* A Loja “União Paulista”, de São
Paulo, Iniciava, a 7 de Janeiro de 1924, o negociante italiano Francisco
Maurano.
* A mesma Loja, a 27 de Dezembro
de 1928, Iniciava o comerciante italiano Carlos Castellani.
* A Loja “Fraternidade”, de Santos, que, em 1915, fez fusão com as Lojas “Renascença II”
A partir do final do século passado, algumas Lojas começaram a fazer um pequeno hiato nos seus trabalhos, da véspera de Natal até ao dia de Reis, a 6 de Janeiro.
Posteriormente, porém, iria haver um aumento, numa Obediência, que se iria estender às demais e até ser esticado, de forma pitoresca:
Coisas como esta é que desgastam
a Maçonaria Brasileira, reduzindo-a a condição de simples clube, ou sociedade
recreativa, o que contribui para corroer a sua credibilidade pública.
Como, notoriamente, o uso do
cachimbo faz a boca torta, será difícil acabar com esta invenção, pois as
justificativas são muitas:
É o caso de recorrer à velha
expressão: “Vai trabalhar, vagabundo “, pelo menos, na Maçonaria, já que a
indolência, hoje, é marca registada nacional (basta ver os tais “feriados
prolongados”).
Ir.·. José Castellani
terça-feira, 20 de janeiro de 2026
AS SETE ARTES E CIÊNCIAS LIBERAIS
AS SETE ARTES E CIÊNCIAS LIBERAIS
_QUADRIVIUM: Aritmética, Geometria, Música, Astronomia
_TRIVIUM: Retórica, Lógica, Gramática
Todo o Maçom aprende sobre a importância das artes e ciências
liberais, nas quais ele é instruído que são sete; nomeadamente, Gramática,
Retórica, Lógica, Aritmética, Geometria, Música e Astronomia.
Infelizmente, poucos maçons hoje assumem esta instrução com
seriedade e não fazem grandes esforços para examinar a natureza dessas artes.
Tal como grande parte da Maçonaria, as artes liberais e as
ciências vêm até nós a partir do período medieval, quando se acreditava que
eram a soma total de todo o conhecimento que valesse a pena para uma educação
completa.
Elas eram conhecidas como “artes liberais” do latim “liber”
significando Livre.
Nesse sentido, elas eram os temas disponíveis para os homens
livres e eram um contraste com as “artes iliberais”, que eram ensinadas por
razões puramente económicas para que um homem pudesse ganhar a vida.
Estas artes eram as artes operativas dos trabalhadores e eram
consideradas atividades educacionais menos desejáveis.
Embora tenhamos adoptado as sete artes e ciências liberais da
era medieval, elas eram conhecidas nas eras Pitagórica e Platónica.
As sete artes liberais e ciências foram divididas em dois
grupos.
Um sobre a linguagem e outro sobre matemática.
O primeiro era o “Trivium” ou caminho de três caminhos e
incluía gramática, retórica e lógica.
Gramática é aquela parte da linguagem que nos permite afinar
o nosso discurso tornando-o polido e remover todas as expressões bárbaras.
A Retórica é a arte que nos permite persuadir e influenciar o
ouvinte.
A última e talvez mais importante arte do Trivium é a Lógica,
que nos permite o dom do raciocínio.
Num sentido puramente maçónico, permite-nos entender os
nossos deveres para com Deus e uns para com os outros.
O segundo era o “Quadrivium” ou caminho de quatro estradas e
incluiu aritmética, geometria, música e astronomia.
A Aritmética é o processo pelo qual somos capazes de calcular
todos os pesos e medidas, mas num sentido especulativo e filosófico pode ser
melhor resumido pela seguinte citação:
...“Para o Maçom, a aplicação desta ciência é que de ele deve
continuamente adicionar ao seu conhecimento, nunca para subtrair nada do
carácter do seu vizinho, e multiplicar a sua benevolência para com os seus
semelhantes e dividir os seus meios com aqueles em necessidade”...
A Geometria é tão fundamentalmente parte da Maçonaria que
quase não requer explicação, basta dizer que é a ciência sobre a qual nossa
própria fraternidade é fundada.
Ela permite-nos criar triângulos retos em ângulo, o símbolo
de nossa retidão e ações quadradas em relação a Deus, uns aos outros e aos
nossos semelhantes.
A Música é um mistério para o Maçom e um mistério quanto à
sua conexão com a matemática, mas, como qualquer pessoa que pratica essa arte,
a conexão é aparente.
O nosso antigo irmão Pitágoras talvez tenha sido o primeiro a
notar a correlação matemática entre música e números.
A Astronomia é aquela arte pela qual podemos traçar a grande
simetria da mão da divindade através dos céus.
Muitos dos nossos símbolos, o sol, a lua, as estrelas são
emprestadas da ciência da astronomia.
Enquanto os nossos antigos irmãos visavam uma mistura de todo
conhecimento, o maçom moderno pode aplicar às sete artes e ciências liberais
uma metáfora especial e apropriada para uma vida de autoaperfeiçoamento e
crescimento mental.
Este objetivo é simbolizado nas nossas lojas pela pedra
polida e pronta para construção e pela agenda maçónica de tornar um homem bom
num homem ainda melhor.
Depois do sistema da Maçonaria Especulativa ter sido estabelecido
no século XVIII, a ênfase na educação não apenas permaneceu, mas foi ampliada,
e foi chamada pelo seu antigo nome.
Um lugar de destaque foi dado às Artes e às Ciências na
formação Esotérica e Exotérica do Segundo Grau.
Os maçons do século XX sentem, por uma espécie de instinto,
que a educação, inevitavelmente e naturalmente, é uma das suas preocupações;
eles assumem o lema “Haja luz” de forma bastante séria.
Este é um facto notável, esta ênfase contínua na educação da
mesma Fraternidade através de oito ou nove séculos de tempo!
A memória desta longa tradição, a sensação de continuar agora
o que tem sido praticado há tanto tempo, está viva na consciência maçónica.
O facto de que a educação pertence essencialmente à natureza
da Maçonaria e sempre existiu, possui uma importância crítica para a história
da Ordem.
A singularidade desta descoberta explica em parte a
singularidade da Maçonaria, então e após.
Stephen Dafoe
M.'.M.'.
(Tradução de António Jorge, M∴ M∴)
En Espanol
LAS SIETE ARTES Y CIENCIAS LIBERALES
_QUADRIVIUM: Aritmética, Geometría, Música, Astronomía
_TRIVIUM: Retórica, Lógica, Gramática
Todo francmasón aprende sobre la importancia de las artes y ciencias liberales, de las cuales se le enseña que son siete: Gramática, Retórica, Lógica, Aritmética, Geometría, Música y Astronomía.
Desafortunadamente, pocos francmasones hoy en día toman en serio esta instrucción y se esfuerzan poco por examinar la naturaleza de estas artes.
Como gran parte de la masonería, las artes y ciencias liberales provienen de la época medieval, cuando se creía que representaban la suma total de todos los conocimientos necesarios para una educación completa.
Se conocían como "artes liberales", del latín "liber", que significa libre.
En este sentido, estas eran las materias disponibles para los hombres libres y contrastaban con las "artes iliberales", que se enseñaban por razones puramente económicas para que una persona pudiera ganarse la vida. Estas artes eran las artes operativas de los trabajadores y se consideraban actividades educativas menos deseables.
Aunque hemos adoptado las siete artes y ciencias liberales de la época medieval, ya eran conocidas en las épocas pitagórica y platónica.
Las siete artes y ciencias liberales se dividían en dos grupos:
Uno sobre el lenguaje y el otro sobre las matemáticas.
El primero era el "Trivium" o camino de tres vías, que incluía la gramática, la retórica y la lógica.
La gramática es la parte del lenguaje que nos permite refinar nuestro discurso, puliéndolo y eliminando toda expresión bárbara.
La retórica es el arte que nos permite persuadir e influir en el oyente.
El último y quizás el más importante arte del Trivium es la lógica, que nos otorga el don del razonamiento.
En un sentido puramente masónico, nos permite comprender nuestros deberes para con Dios y los demás.
El segundo era el "Quadrivium" o camino de cuatro vías, que incluía aritmética, geometría, música y astronomía.
La aritmética es el proceso mediante el cual podemos calcular todos los pesos y medidas, pero en un sentido especulativo y filosófico se resume mejor con la siguiente cita:
...“Para el masón, la aplicación de esta ciencia es que debe aumentar continuamente su conocimiento, nunca restar nada al carácter de su prójimo, y multiplicar su benevolencia hacia sus semejantes y dividir sus recursos con los necesitados”...
La geometría es una parte tan fundamental de la masonería que apenas requiere explicación; basta decir que es la ciencia sobre la que se funda nuestra fraternidad.
Nos permite crear triángulos rectángulos, símbolo de nuestra rectitud y acciones rectas en relación con Dios, con los demás y con nuestros semejantes.
La música es un misterio para el francmasón, y su conexión con las matemáticas lo es para cualquiera que practique este arte; sin embargo, como para cualquiera que lo practique, la conexión es evidente.
Nuestro antiguo hermano Pitágoras pudo haber sido el primero en notar la correlación matemática entre la música y los números.
La astronomía es el arte mediante el cual podemos trazar la gran simetría de la mano de la divinidad a través de los cielos.
Muchos de nuestros símbolos —el sol, la luna, las estrellas— provienen de la ciencia astronómica.
Mientras que nuestros antiguos hermanos buscaban la fusión de todos los conocimientos, el francmasón moderno puede aplicar a las siete artes y ciencias liberales una metáfora especial y apropiada para una vida de superación personal y crecimiento mental.
Este objetivo se simboliza en nuestras logias con la piedra pulida lista para la construcción y con la agenda masónica de hacer de un buen hombre uno aún mejor.
Tras el establecimiento del sistema de la Francmasonería Especulativa en el siglo XVIII, el énfasis en la educación no solo se mantuvo, sino que se expandió y se le dio su antiguo nombre.
Se le dio un lugar destacado a las Artes y las Ciencias en la formación Esotérica y Exotérica del Segundo Grado.
Los masones del siglo XX sienten, casi instintivamente, que la educación es inevitable y natural entre sus preocupaciones; se toman muy en serio el lema "Hágase la luz".
¡Este continuo énfasis en la educación dentro de la misma Fraternidad a lo largo de ocho o nueve siglos es un hecho notable!
El recuerdo de esta larga tradición, el sentimiento de continuar ahora lo que se ha practicado durante tanto tiempo, está vivo en la conciencia masónica.
El hecho de que la educación pertenezca esencialmente a la naturaleza de la Francmasonería y haya existido siempre es de vital importancia para la historia de la Orden.
La singularidad de este descubrimiento explica en parte la singularidad de la Francmasonería, entonces y ahora.
Stephen Dafoe M.'.M.'.
(Traducción de António Jorge, M∴ M∴)




